[Por Rafael Matos]
Se você vendeu uma casa ou um apartamento e usou o dinheiro recebido para comprar outro imóvel em até seis meses, não precisa pagar imposto de renda sobre a venda, diz a lei. E o que muita gente não sabe é que a isenção do imposto vale também na negociação de vários imóveis e não apenas um.
Por exemplo, um investidor que tem casas alugadas e decide vender tudo para comprar algo maior também fica isento. Mas vale lembrar que quem usar apenas parte do dinheiro na compra, deverá pagar o imposto, que é de 15% sobre o lucro resultante da venda. 
Outros casos que não é preciso pagar IR:
- Sobre o lucro de imóveis vendidos por até 35.000 reais;
- No caso de uma residência vendida por até 440.000 reais, sendo a única do proprietário e se ele não realizou nenhuma compra ou venda imobiliária nos últimos cinco anos;
- E se você comprou um imóvel residencial até 1969 e para se beneficiar da isenção, não é necessário que este seja o único imóvel residencial do vendedor.
Esse tipo de benefício faz muitos investidores começarem a ver nos imóveis, uma alternativa de investimento segura e lucrativa. Agora, se você quer realizar o sonho de se mudar para um imóvel novo há várias opções de lançamentos para você escolher no site da Lopes.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Venda e compre um imóvel sem pagar imposto de renda
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Edifícios com bosque privativo crescem em São Paulo
[Por Rafael Matos]
Empreendimentos com bosque privativo integrado estão ganhando exemplares em toda a cidade de São Paulo. Esse tipo de condomínio faz as pessoas encherem os pulmões de ar e suspirar diante de um bosque onde vivem alguns tipos de aves.
Pelo menos quatro grandes condomínios conjugados a bosques privativos estão sendo erguidos hoje na cidade. O Villaggio Panamby, da construtora Gafisa, que tem 58 mil metros quadrados de mata, são daqueles condomínios que fazem a pessoa pensar em uma São Paulo que em nada lembra São Paulo.
Com essa fórmula, inaugurada no fim dos anos 1990 e erguida em etapas (as duas últimas torres foram entregues neste ano), o Villaggio Panamby virou modelo de sucesso. Dentro do Villaggio, além de um bosque, há clube, padaria, pet shop e cabeleireiro. Ou seja, toda a comodidade para o morador.
São lançamentos que oferecem proximidade extra com a natureza. Há empreendimentos que muram áreas florestais já existentes e os que reflorestam terrenos desmatados.
O modelo chega às pranchetas das construtoras em bom momento, depois da aprovação da Lei Federal nº 11.428, de 2006, que coíbe a supressão da mata atlântica no país. Em conjunto com o Código Florestal, com o Atlas Ambiental (2002) -uma espécie de mapa do verde de São Paulo-, e com o Plano Diretor da cidade, a lei estimula a preservação de remanescentes no município.
Em uma das últimas zonas verdes do Morumbi, começa a ser levantado o Paulistano Bairro Privativo, com 55 mil metros quadrados de área reflorestada. No Tatuapé, são vendidas unidades do Central Park Prime, com 8.000 m² para um bosque.
Paulistano Bairro Privativo
A incorporadora Rossi vai começar a construir, no Morumbi, um projeto de condomínio-parque, em terreno de 155 mil metros quadrados: o Paulistano Bairro Privativo.
A diferença em relação ao Villaggio é que a mata do Paulistano Bairro Privativo ainda não existe, a não ser por poucas árvores. O terreno vai receber 2.800 mudas - outras 9.800 vão para parques da região, segundo a Rossi, que faz a compensação ambiental exigida por lei. O novo condomínio vai ser murado.
Não é o primeiro empreendimento do gênero erguido pela Rossi. Nos últimos dez anos, a empresa comercializou, entre outros, três edifícios no Panamby, em lotes vizinhos que dividem um mesmo bosque, de 10 mil metros quadrados.
Há muita disputa por lotes do tipo em São Paulo, pelo fato dos bosques do Panamby não serem falsos, ou seja, plantados.
Central Park Prime
Em bairros com pouca área verde por habitante, como o Tatuapé, o lançamento de um empreendimento com bosque ganha outras dimensões. Para erguer o Central Park Prime, com área reflorestada de 8.000 m2, a Lopes Consultoria de Imóveis, a Cyrela e a Lucio Engenharia vão plantar centenas de árvores. Algumas vão ganhar o nome das famílias do condomínio.
O bosque vai contrastar com as ruas de um bairro que tem irrisórios 2,5 m2 de verde por habitante. O mínimo recomendado por especialistas é de 12 m2.
O perfil "verde" deste tipo de empreendimento faz com que pessoas que não caminhavam pelos bairros onde moram, passem a tomar gosto pela caminhada e com isso, terem mais qualidade de vida. Quem morar no Central Park Prime poderá fazer suas caminhadas a partir de 2010, quando os apartamentos serão entregues.
Fonte: Revista da Folha - 10/05/2009
Para acessar o site do Villaggio Panamby, clique aqui.
Para acessar o site do Paulistano Bairro Privativo, clique aqui.
Para acessar o site do Central Park Prime, clique aqui.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Senado aprova compra de terreno no Minha Casa, Minha Vida
[Fonte: Portal G1]
O Senado Federal aprovou a Medida Provisória que criou o programa habitacional do governo federal “Minha Casa, Minha Vida”. Os senadores mantiveram no texto alterações feitas pela Câmara, como a inclusão da permissão da compra de lotes urbanizados dentro do programa. Devido às mudanças, o texto final vai para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A inclusão dos lotes urbanizados dentro do programa foi feita pelo relator da MP na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que é também líder de seu partido. Com a mudança, ficou permitida a compra de lotes para quem ganha até seis salários mínimos com os incentivos do programa. No caso da compra dos lotes, haverá um compromisso de iniciar a construção em seis meses.
O projeto aprovado também permitiu ainda saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a compra de lotes urbanizados, também limitada à faixa de até seis salários mínimos. Foi incluída também a permissão de reformas em áreas não habitadas dentro do programa.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Vendas de imóveis novos mantêm reação em abril
[Por Rafael Matos]
De acordo com a pesquisa realizada pelo Secovi-SP, o mês de abril garantiu a continuidade da reação do mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo.
O ritmo de comercialização expresso pelo indicador Vendas Sobre Oferta (VSO), em porcentagem, foi de 10,3% em abril, diante do índice de 10,7% de março. Ou seja, o mercado manteve o desempenho percebido no mês anterior, conforme aponta levantamento mensal desenvolvido pelo Departamento de Economia do Secovi-SP.
Com isso, a performance média do primeiro quadrimestre passou a ser de 8,6%, superior ao registrado no período de janeiro a março, de 8%. Com o escoamento de 1.953 unidades habitacionais verificado em abril, a cidade de São Paulo registrou a comercialização de 6.784 unidades nos quatro primeiros meses do ano.
Chama a atenção a diferença na quantidade de lançamentos e vendas neste ano. De acordo com a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio – Embraesp, no período de janeiro a abril, foram lançadas na capital paulista 4.215 unidades e vendidas 6.784 habitações.
O segmento de dois dormitórios mereceu destaque em abril, com desempenho de vendas de 20,8% e valor médio de comercialização de R$ 167 mil. A evolução da pesquisa confirma as perspectivas de desenvoltura desse segmento, fortemente influenciado pelas condições favoráveis do crédito habitacional.
O mercado imobiliário da cidade de São Paulo negociou 6,8 mil unidades nos quatro primeiros meses do ano. O total de moradias comercializadas neste ano foi 61% superior ao número de unidades lançadas.
Fonte: Secovi-SP
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Há 16 anos a Lopes é a primeira
[Por Rafael Matos]
A Lopes Consultoria de Imóveis fez a maior festa ontem, na 16ª edição do Prêmio Top Imobiliário promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo, por ser mais uma vez a vencedora na categoria Produção Imobiliária – empresa de vendas. São 16 anos de invencibilidade, desde a criação do prêmio em 1993.
Romário Fonseca, Diretor Geral de Vendas da Lopes, recebeu o prêmio pelo excelente desempenho da Lopes em 2008. Mal tinha recebido um, Romário teve que voltar ao palco para receber outro prêmio.
Romário Fonseca
Isso, porque a Lopes ganhou um prêmio especial por ter obtido a melhor média e as melhores notas em todos os quesitos que a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio) considera na avaliação para a premiação: número de lançamentos no ano, número de blocos, número de unidades e VGV (valor geral de vendas) de lançamentos.
Mas não parou por aí. A Habitcasa foi o grande destaque por ter ficado na terceira colocação na categoria Produção Imobiliária – empresa de vendas. Maurílio Scacchetti, Diretor Comercial da Habitcasa, foi quem subiu ao palco para receber o troféu. Há apenas um ano no mercado imobiliário, a Habitcasa é uma jovem surpresa do grupo Lopes e já figura entre as principais empresas do setor voltadas para imóveis com o preço médio de R$200 mil.
Maurílio Scacchetti
A Lopes ainda merecia o prêmio pela torcida mais animada e barulhenta do evento. Os funcionários marcaram presença espalhando os corações da Lopes por várias mesas. 
A Lopes fez ou não fez a festa?













