[Por Antônio Filatelli]
O Conselho Monetário Nacional (CMN) vai elevar, de R$ 350 mil para R$ 500 mil, o valor máximo dos imóveis que podem ser adquiridos com o saldo do mutuário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A medida deve aumentar o total de saques do Fundo para R$ 2 bilhões em 2009.
De acordo com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o CMN também vai ampliar a parcela dos imóveis financiados pelos bancos, tanto com recursos do FGTS, em que o limite subirá de 80% para 100% do valor do imóvel, quanto da poupança, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), dos atuais 80% para 90%.
A medida deve entrar logo em vigor e os detalhes serão oficializados na reunião do CMN que acontece hoje. Enquanto isso, você pode procurar os imóveis de até R$ 500 mil comercializados pelas Lopes clicando aqui.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Novas medidas do governo: FGTS para imóveis de até 500 mil. Confira!
quinta-feira, 12 de março de 2009
Investir em imóveis é uma boa oportunidade
[Por Antônio Filatelli]
O tradicional mercado imobiliário apresenta algumas possibilidades para fazer seu dinheiro render. Até mesmo com a crise financeira, muitas pessoas optam por investir em bens imóveis porque lhe trazem segurança e são considerados fortalezas, já que se tornam sólidas heranças familiares.
Há algumas características muito positivas para investir no mercado imobiliário. Uma delas é a lei que assegura a quem vende um imóvel e adquire outro em até seis meses, o não pagamento do imposto de renda sobre o primeiro.
Por isso, uma maneira de lucrar é comprar um novo imóvel para vender. Pessoas mais conservadoras preferem adquirir imóveis na planta para então revendê-los depois de prontos. Essa opção é uma boa oportunidade de investimento.
A segunda opção é comprar um imóvel para alugar. O retorno mínimo costuma ser em torno de 0,7% do valor do imóvel ao mês. Para fazer um bom negócio alugando um imóvel é preciso saber usar a métrica correta para calcular o valor do aluguel. Isso significa saber analisar se o montante recebido pelo aluguel é interessante diante de valores cobrados em imóveis similares. Não há consenso, mas o percentual mais aceito entre os especialistas é o que oscila entre 0,5% e 0,7% do valor do imóvel, ao mês, o que corresponde a respectivamente 6% e 8,5% ao ano. Por exemplo, um imóvel com valor de R$ 100.000,00 pode ser alugado por R$ 500,00 até R$ 700,00.
Bons negócios!
segunda-feira, 9 de março de 2009
Elas definem as compras
O jornal Correio Braziliense publicou uma matéria no domingo, dia das mulheres, sobre a influência feminina na decisão da compra do imóvel. Confira!
[Correio Braziliense]
Elas ainda ganham quase 30% menos que eles, mas influenciam cada vez mais a decisão de compra independentemente do bem a ser adquirido. As mulheres viraram o foco do setor produtivo. Uma pesquisa do Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA), mostra que são elas que decidem oito de cada 10 negócios realizados pelo varejo ou pelo setor imobiliário brasileiro. Os empresários já estão atentos, mas alguns erram a dose, na opinião de especialistas, e tentam reproduzir uma imagem idealizada de mulher. De qualquer forma, já estão de olho nelas o ano inteiro, e não apenas hoje, quando é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Há quem aposte que a influência delas possa ser essencial para sustentar a economia durante a atual turbulência econômica.
A diferença entre os sexos é que elas não veem o processo de compra como uma obrigação, diferente de como pensam eles. O Provar registrou que 55% das mulheres dizem gostar de fazer compras. O volume de homens cai para 45%. É maior até o volume das que admitem comprar para se sentirem mais calmas ou felizes. De cada 100 mulheres, 21 dizem que a ida às compras alivia um sentimento de tristeza, de acordo com pesquisa do Ibope. O número de homens é menor, de 14 em cada 100 (veja quadro).
Neste momento de crise econômica, elas podem, inclusive, ser as primeiras a ajudar a economia a se reerguer, segundo análise da professora do Provar Flávia Ghisi. A mulher não compra só por necessidade, ao contrário dos homens. Durante a crise, as empresas que vendem exclusivamente produtos masculinos podem sofrer mais, porque eles tendem a pensar mais sobre a necessidade de gastar, são mais racionais no processo de compra, afirma. No entanto, elas são mais exigentes. Elas analisam mais os prós e os contras, apesar de serem mais seguras que eles , completa.
A segurança é o motivo alegado pela médica Dayse Cristina dos Santos Pires, de 43 anos, para a palavra final em qualquer decisão tomada em sua casa ser sempre sua. O imóvel em que mora, conta, foi comprado por iniciativa sua. O marido paga as contas tanto quanto ela, mas na hora de conhecer o apartamento, analisar vantagens, desvantagens e fechar o contrato, ele foi coadjuvante. Ele estava achando que era besteira fazermos dívida. Mas eu queria comprar, era um sonho meu. Então decidi e comprei. A gente sempre discute antes, mas quem decide o que vai comprar sou sempre eu, seja imóvel, carro, ou qualquer outra coisa , conta.
Poderosas
Os corretores de imóveis já sabem que é a elas que eles têm que agradar. Números da Lopes Royal, maior incorporadora do Distrito Federal, mostram que desde o início de 2008, 38% dos imóveis comercializados na cidade foram adquiridos e serão pagos por mulheres. Mas no bolo pago por eles, é grande a importância da opinião delas para o fechamento do negócio. Quando um casal está procurando um imóvel, a atenção dos corretores é sempre maior às mulheres. Sabemos que é ela quem tem o poder da decisão. Se algo não estiver bom para ela, com certeza o negócio não será fechado, afirma o vice-presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), José Augusto Viana Neto.
Trabalho
A mudança da visão sobre o poder de compra da mulher se deu nesta década, na opinião do presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior. A influência da mulher é cada vez maior em função de ter aumentado sua importância na família. Elas passam mais tempo estudando do que eles e estão conquistando mais espaços no mercado de trabalho.
Apesar de as empresas já estarem atentas à necessidade de agradá-las, ainda há um longo caminho a percorrer, na opinião da proprietária da consultoria Uma a Uma, especializada na comunicação com as consumidoras. Denise Gallo. Há empresas que constroem a figura feminina ideal. Mas a mulher cansou de se ver estereotipada, idealizada, afirma.
Até para vender ao consumidor que mora sozinho é necessário agradar antes uma mulher, ressalta Marie Fujisawa, autora do livro Das Amélias às Mulheres Multifuncionais, que analisa a evolução da mulher nas campanhas publicitárias. É comum que empregadas façam as compras para os homens que moram sozinhos. Feliz a marca que consegue conquistar a consumidora. Por isso as empresas tentam identificar o perfil destas mulheres, afirma.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Comprar com tecnologia
[Jornal da Tarde]
Novos sites, aplicativos para telefones celulares com funcionalidades especiais e até mesmo telas interativas: na hora de vender, vale tudo para conquistar o cliente. Para isso, o avanço da tecnologia pode dar uma mãozinha. Melhor para os compradores, que têm cada vez mais ferramentas à disposição para ajudar a escolher o imóvel dos sonhos.
A Lopes é um exemplo de empresa que vem apostando em ferramentas de informação na Internet e tem um dos sites mais completos no mercado, de olho em um estudo da Media Screen, a pedido do Google feito no ano passado; que mostra que, entre aqueles que compraram um imóvel residencial em um período de seis meses, 88% usaram a internet como fonte principal de informação.
A imobiliária reestruturou seu site em novembro. Agora, o mecanismo de busca relaciona diferentes imóveis, de todas as construtoras, ferramenta que também passou a ser oferecida pela construtora e incorporadora Company em junho do ano passado. Além disso, oferece opções de visualização por fotos, lista ou mapa. Nos mais de 500 lançamentos do novo portal, a média de fotos é de 15 por empreendimento. Em janeiro do ano passado, o site recebia em tomo de 80 mil visitas por mês. Em dezembro, atingiu 900 mil, movimento mais de dez vezes maior.
"Entendemos que, para imóveis em lançamento, a visualização é fundamental e está relacionada a uma questão emocional. Por isso; as fotos são organizadas até por tipo de planta. Estimulamos vídeos, que hospedamos no You Tube, além de tours virtuais, importantes quando o apartamento decorado foi demolido para a construção do empreendimento, emapas, que contêm referências como supermercados e hospitais ao redor do empreendimento", explica Roberto Nascimento, diretor de marketing e Internet da imobiliária.
A Company também lançou em dezembro um portal adaptado para iPhone, assim como a construtora e incorporadora Rossi, cujo produto pode ser acessado pela maior parte dos celulares com acesso à Internet e o iPod Touch. O portal permite abrir uma página em HTML com botões maiores, imagens adequadas ao tipo e tamanho de tela, visualizar as fases da obra do imóvel, textos com linguagem direta e links que mantém o usuário em contato direto com os corretores.
Mauricio Ribeiro, gerente de marketing da Esser, lembra que a tecnologia também facilita vendas para o exterior. "Vendemos um apartamento na faixa de R$ 3 milhões para um visitante dos Estados Unidos que procurou o atendimento onlíne", conta. Ele estima que o impacto da Internet nas vendas gira em tomo de 30%.
A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CC DI), incorporadora do Grupo Camargo Corrêa, passou a utilizar novas tecnologias também em sua loja física, inaugurada em novembro no Shopping Jardim Sul, no Morumbi: a tela interativa. A ferramenta possibilita guiar um tour virtual com uma 'caneta virtual' - que faz com que o navegador visite o bairro e vlsuallze os apartamentos com apenas um toque.
A visitação é guiada por Instalações dos futuros condomínios, plantas e espaço Interno dos apartamentos; visita ao bairro, com fotos de praças, ruas e calçadas reurbanizadas pela empresa; passeio pelos estabelecimentos de serviços e atrações da região. "Colocamos fotos de todos os produtos à venda. As plantas podem ser personalizadas na tela, e os mapas possuem recurso de zoom. Já recebemos cerca de 700 visitas", explica Rodrigo Capp, gerente de vendas e marketing da CCDI. A incorporadora também pretende utilizá-la em showrooms.
Blogs são complementos
Além de sites com mecanismos de buscas e recursos multimídias, empresas também adotam blogs e podcasts, com dicas sobre o mercado imobiliário e decoração de ambientes, como maneira de fidelizar clientes também no pós-venda.
Criados há um ano, os blogs da imobiliária Lopes têm como temas o mercado imobiliário, paisagismo, decoração e lançamentos comercializados pela imobiliária. Ilustrados com fotos, dão exemplo de soluções em reformas e mostram tendências para a decoração da casa. O conteúdo é produzido por profissionais reconhecidos do mercado, como os designers de interiores Francisco Cálio e Eliane Sampaio. Nos podcasts, entrevistas com decoradores sobre carreira e suas inspirações para criar.
"Os blogs recebem muitas visitas. Por dia, são publicados cerca de 20 a 30 comentários. Qualquer um pode comentar e interagir" afirma Roberto Nascimento, diretor de marketing e internet da imobiliária.
O próximo passo, segundo Nascimento, é fazer com que os proprietários dos imóveis ajudem a produzir conteúdo ao contar sua própria experiência de compra. "O futuro comprador já é um proprietário hoje. Portanto, quer saber sobre decoração, como cuidar do jardim, verificar como está o mercado e, quem sabe, se mudar ao verificar que o atual é pequeno para a reforma que gostaria de fazer."
www.lopes.com.br/blog
Quatro bloqs em um mesmo portal sobre decoração, paisagismo, mercado de imóveis e lançamentos da imobiliária. Há ainda programas de rádio com entrevista com profissionais reconhecidos do mercado, entre arquitetos e designers de interiores e até dicas de culinária. Em arquivos em MP3, é possível ouvi-los por meio de programas de áudio como iTunes ou copiá-los para um aparelho MP3, além de assiná-los gratuitamente.













