quarta-feira, 23 de abril de 2014

Seus direitos no condomínio - Barulhos

Barulho do vizinho

Quem nunca se viu com vontade de dar umas boas vassouradas no teto, a fim de dar o recado para o vizinho: Dá pra parar com esse barulho?



Pois é, viver em condomínio exige uma certa tolerância  (às vezes, grande). É preciso ter senso de convivência, fazer um esforço em prol da harmonia entre vizinhos.

Hoje em dia, os apartamentos, em sua maioria, não têm um isolamento acústico adequado, então, qualquer barulho ou uma conversa mais animada pode ser ouvido pelos vizinhos. Na ótica “jurídica” não adianta sair reclamando ao menor ruído “a mais”. A lei diz que o barulho cotidiano precisa ser tolerado, respeitando o direito de descansar de cada um.

Não dá para exigir silêncio absoluto, então, se não for o caso de uma “festa de arromba” todos os dias (de vez em quando é tolerável), os sons que as crianças fazem brincando, os animais de estimação, ou uma reunião de amigos em casa no começo da noite, devem ser tolerados, afinal o morador tem o direito de fazer “o que quiser” na sua própria casa.

Aqueles que se sentirem muito incomodados podem considerar (apenas como referência) a Lei do Ruído para encaminhar sua reclamação ao síndico ou zelador do imóvel. Pra se ter uma ideia os limites de ruído nas zonas residenciais ficam em torno de 50 decibéis, entre as 7 e 22 horas e 45 decibéis, entre 22 e 7 horas.
Nas zonas consideradas industriais, comerciais ou mistas, a tolerância, por lei, é ainda maior. Claro que ninguém vai sair medindo “decibéis” pelo prédio, mas dá pra ter uma noção do quanto é preciso ter tolerância, mesmo diante da lei.

Como a maioria dos condomínios têm um regulamento interno, que em geral, prevê multas nos casos de infrações e, por isso, costuma ser respeitado, uma boa saída é trocar as vassouradas no teto por uma conversa sincera e educada ou um recadinho gentil (de verdade) sob a porta dos vizinhos barulhentos, pedindo encarecidamente a colaboração em favor do sossego de todos. Se não funcionar, faça valer seus direitos e formalize sua reclamação para que o vizinho seja advertido.


Se você quiser saber mais sobre direitos no condomínio, acesse Loucos por Imóveis.

Seus direitos no condomínio - áreas comuns


Uso das áreas comuns

Não é raro que alguns condôminos se sintam incomodados com uso que é feito das áreas comuns do prédio. Às vezes são outros moradores que não respeitam as regras de utilização (depredação, má conservação, desrespeito ao horário estipulado, permissão de ingresso ou permanência de visitantes nas áreas de lazer e etc.). Outras vezes é o próprio síndico que não respeita a destinação correta dos ambientes da área comum (hall que vira salão para reunião de condomínio ou venda de produtos, vaga de garagem que vira depósito etc.).



Se o incômodo nas áreas de convivência for gerado devido ao comportamento de outros moradores, pode-se recorrer ao regulamento interno do prédio para advertir e, se for o caso, punir os infratores. Se uma conversa amigável for inviável, recomendamos que o morador procure o síndico e formalize a sua reclamação, por escrito.

 Já se a reclamação for sobre o comportamento do próprio síndico em relação ao uso ou destinação das áreas comuns, sugerimos que o condômino que se sentir incomodado procure a administração predial, formalizando a sua reclamação também por escrito.  É bom saber que a lei diz que o síndico não pode modificar a destinação de uma área comum sem promover uma assembleia extraordinária específica para esta finalidade, com quórum qualificado. O art 1.351 do Código Civil prevê 2 situações: a primeira na qual deve haver 2/3 de todos os condôminos para alteração da convenção e, no mesmo artigo, há a exigência de unanimidade para alteração da destinação do edifício ou unidade imobiliária.

Vale lembrar que a administração predial é a empresa que presta os serviços de gerenciamento dos funcionários, prestadores de serviço, manutenção predial e melhorias/reformas, além de todos os trâmites "burocráticos" como cobrança e administração do fluxo de caixa do condomínio, de prevenção e combate a incêndios, intermediar o contato entre a construtora e os proprietários etc., ou seja, o síndico é um funcionário ou prestador de serviços contratado pela administração predial.

Alguns condomínios antigos não têm uma administração predial, neste caso, recomendamos que o condômino recorra à orientação jurídica dos direitos do consumidor.

Se você quiser saber mais sobre direitos no condomínio, acesse Loucos por Imóveis.


quinta-feira, 10 de abril de 2014

O bairro Bom Fim na história de Porto Alegre

De toda Porto Alegre o bairro Bom Fim é uma das regiões mais antigas que possui uma longa história por trás de sua criação e desenvolvimento. Em meados do século XIX o Campo de Várzea, como era conhecido antigamente, era a casa da colônia africana que chegava ao Brasil em virtude da escravidão, trabalhava em fazendas e utilizava o Parque da Redenção, renomeado por Parque Farroupilha em homenagem a Guerra dos Farrapos, como refúgio e, posteriormente, moradia. Hoje o Parque da Redenção é patrimônio da Cultura Gaúcha.

Fonte: http://cidady.blogspot.com.br/2013/05/porto-alegre-antiga.html

Fonte: http://lealevalerosa.blogspot.com.br/2010/03/ruas-de-porto-alegre-antigo.html

O Parque Farroupilha também possui décadas de longas mutações. O mais popular e tradicional parque de Porto Alegre seria um espaço usado para concentrar gados, mas já foi onde se fazia a secagem de couros, encontros de carreteiros e até concentração de lixo urbano. O patrimônio particular foi doado à cidade em 1807, mas as atividades no local se iniciaram aproximadamente 15 anos após sua entrega.

O Parque da Redenção começa a ganhar cara de parque por volta de 1900, com a construção de alamedas para aproveitamento de jardinagem, redução de tamanho devido a leilões que custeariam obras internas e construções, como a Escola de Engenharia, pavilhões de exposição e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O nome “Bom Fim” foi dado em virtude da criação da capela Nosso Senhor do Bom Fim, construída por volta de 1870 e inaugurada em 1883, localizada na atual Avenida Osvaldo Aranha, que já foi chamada de Avenida Bom Fim e é historicamente conhecida como Caminho do Meio. A capela foi o grande marco do bairro, a partir de sua construção a região foi se desenvolvendo e crescendo ao seu redor e após episódios como incêndio, deteriorações e restaurações, a pequena igreja católica existe até hoje, recebendo visitantes e compondo a paisagem histórica do Bairro Bom Fim.

Fonte: Google Maps



O Bom Fim começa a ganhar sua identidade, a qual é reconhecida até os dias de hoje, por volta de 1920, com a chegada e formação das primeiras comunidades judaicas. Neste momento foram construídas as primeiras residências e logo mais os prédios comerciais, assim aquele povo vivia da sua própria maneira e pôde fazer da região algo que revelasse um pouco de sua cultura e acompanhasse o crescimento natural de Porto Alegre.

A partir deste período o Bom Fim começou a agregar diversos povoados que migravam para o sul do Brasil. Além de africanos e judeus da Europa ocidental, os alemães, árabes e italianos chegavam para construir um novo conceito, uma nova personalidade e fortalecer a autenticidade e a diversidade cultural de um bairro único da capital gaúcha.

Fonte: Jackson Cabral

Fonte: Jackson Cabral

Fonte: Jackson Cabral

Fonte: Jackson Cabral


Conecta Imobi - Portal VivaReal cria evento focado em marketing imobiliário



O mercado imobiliário estava carente de bons eventos de marketing digital focado para o segmento imobiliário. E o portal VivaReal saiu na frente identificando esta necessidade e organizando o Conecta Imobi. Fui no período da tarde ontem no evento e fiquei surpreso em ver a quantidade de profissionais do mercado e influenciadores, principalmente de fora da cidade e do estado. Segundo a organização do evento cerca de 2200 inscritos de 22 estados, tanto para assistir o evento presencial aqui em SP, quanto para a transmissão ao vivo pela web.

A escolha dos temas e palestrantes na minha opinião foi muito boa, pois trouxe desde especialistas do mercado com dicas práticas que podem ser feitas no dia seguinte pelos corretores, donos de imobiliárias e representantes de incorporadoras e construtoras. Citando o palestrante mais aplaudido da tarde, Gil Giardeli, você é o que você compartilha. Por isso estou aqui, passando todo o conhecimento que o evento passou para os profissionais.

As palestras da tarde começaram com o Diego Simon, vice-presidente de marketing corporativo e co-fundador do VivaReal explicando a importância de você anunciar em portais imobiliários e principalmente dos cuidados com relação as métricas que você deve ter. Segundo ele, o VivaReal possui cerca 6 milhões de visitas por mês. Simon, ressalta também na importância de verificar algumas métricas, pois segundo ele, alguns portais consideram pageviews para cada foto que o usuário visualiza no site, ou cada vez que muda o filtro numa busca por imóveis, inflando assim o número de visualizações. A dica de ouro é sempre procurar pagar por contatos recebidos!

Como disse anteriormente, o palestrante que fez mais sucesso no período da tarde foi Gil Giardeli, professor e entusiasta da cultura em rede. Gil chegou a ser aplaudido de pé pelo auditório lotado. A importância de se compartilhar conhecimento é a base da palestra do Gil, que mostra diversos vídeos e cases onde pessoas colaborando conseguem vencer causa quase impossíveis, como controlar o Câncer em uma menina. Segundo Gil Giardeli ninguém é mais inteligente do que um grupo de pessoas juntas, pensando em uma solução. Para o mercado imobiliário Gil apresentou um vídeo onde o mobiliário urbano na cidade de Nova Yorque está conectado a internet e conversa com você através de mensagens nas redes sociais. Além disso, várias redes sociais foram apresentadas e a loucura em que o mundo vive hoje em dia sempre para estar mais conectado. O que nem sempre é bom. Gil alerta para as pessoas se beneficiarem das tecnologias para se aproximarem das pessoas, inclusive por empresas. E estas empresas precisam saber a maneira de se relacionar e principalmente respeitar seu consumidor. Nada de deixar cliente esperando no telefone para ser atendido, ou sem resposta em uma rede social. As pessoas são sociais e querem agilidade e a empresa que quiser surfar na onda da internet e não entender isso, está fadada ao fracasso. Para finalizar, Gil Giardeli amarrou todos esses tópicos apelando para o sentimento de generosidade das pessoas e citou o projeto que eu já conhecia que respeito muito, o Teto, onde estudantes voluntários constroem casas para pessoas carentes e desabrigadas. Merece aqui o link para o projeto.

O próximo palestrante veio de novo, confirmar o que todos os palestrantes já vinham dizendo. As pessoas estão mais conectadas e com isso o comportamento das pessoas está mudando. Leonardo Assis deu um dado impressionante, menos de 10% das pessoas hoje usa o Jornal para decidir sobre a compra de um produto. E a pergunta que deixou o auditório em silêncio foi: Porque vocês ainda estão investindo quase 90% da verba de vocês em mídia tradicional?




Assis é profissional de novos negócios do Google e apresentou dados sobre o comportamento das pessoas no processo de pesquisa para a procura de um imóvel. O projeto se chama Think Real State e acontece a cada 2 anos. Os números do Think Real State são impressionantes: 500 milhões de buscas por imóveis no Google; 70 milhões de usuários acessando internet de dispositivos móveis; 13,5 milhões de pessoas acessando sites e portais imobiliários; Apenas 5% das pesquisas no Google são pelo nome da construtora ou incorporadora; Isso significa que 95% das pessoas pesquisam termos mais genéricos no Google para encontrar imóveis.

E por isso eu faço aqui um adendo, como profissional de marketing digital com bastante experiência no mercado imobiliário: Você corretor de imóveis precisa falar de bairros, das vantagens em escolher um bairro ou outro para morar, o fácil acesso ao transporte público, lazer e segurança. Com isso você vai gerar informação que as pessoas pesquisam no Google e vai aparecer com seu blog, provavelmente na frente de construtoras e imobiliárias que não realizam este tipo de trabalho.

Para finalizar Assis falou que 71% das pessoas pesquisaram em um site antes de comprar um imóvel e o comportamento é o seguinte: 5,6 buscas por imóveis, 5 sites visitados, 4,1 visitas físicas ao estande, e 2,6 imóveis negociados até fechar o negócio. Outra informação muito importante é que 64% das pessoas pesquisam no youtube para informações de imóveis. O Youtube tem mais audiência que todos os canais pagos da TV e é o 3º canal de TV mais popular, só perdendo em audiência para a Globo e Record.

Lucas Vargas foi o penúltimo palestrante da tarde e mostrou as principais inovações que o mercado imobiliário lá fora está usando, já há algum tempo. Drones para filmar bairros inteiros com vista de cima privilegiada, e evolução do canteiro de obras. Um robô chamado Double, que é usado para visitas remotas aos decorados, onde o visitante controla o robô que anda dentro do apartamento por um app instalado no seu smartphone ou tablet podendo estar em outra cidade, estado ou até país. E por último foi demonstrado rapidamente no palco o Google Glass, que é uma das maiores tendências para o futuro, onde iremos usar roupas ou acessórios que estarão conectados a internet.

Veja o vídeo do aplicativo feito pelo Trulia, portal imobiliário americano para o Google Glass.


Bom, como disse a escolha dos palestrantes e temas foi perfeita. Depois de toda esta informação e aplicações futurísticas veio a gerente de marketing corporativo do VivaReal e também blogueira com foco no mercado imobiliário Mariana Ferronato.

Ela apresentou dicas práticas, baratas e eficientes em atrair mais contatos mas alertou, que os corretores de imóveis estão focando em conseguir mais contatos mas não estão dando conta de atender todos os seus clientes. Segundo Mariana, 71% das pessoas afirmam já terem entrado em contato com uma imobiliária ou corretor e não serem respondidos. A pesquisa foi realizada por ela.  As dicas da Mariana para conseguir mais leads são: Crie Landing Pages com um formulário de contato simples para quem busca por um imóvel poder deixar seus contatos para saber mais sobre um imóvel. Coloque uma ferramenta para que as pessoas possam simular o financiamento em seu próprio site, sem ter que ir para o site do banco onde você perde a oportunidade de captar o contato dele. Fazer bons anúncios com fotos de qualidade e disponibilizar outras formas de contato também são dicas importantes, segundo a Mariana.

Para encerrar este post e o evento com chave de ouro o meu amigo Guilherme Machado. O cara é um show man e deu várias dicas preciosas para os corretores e as imobiliárias usarem para o lançamento de imóveis. Guilherme reforçou o cuidado que o corretor deve ter em não se informar sobre o produto que irá vender:

 "Ninguém gosta do que não conhece. Ninguém informa o que não sabe. Ninguém luta por aquilo que não sabe o que é." 



Além destas dicas Guilherme Machado falou da importância da postura do corretor e da vontade que ele tem para sair para os plantões. Guilherme ainda abordou um tema bem polêmico indiretamente, a bolha imobiliária. Segundo o consultor, palestrante e principalmente corretor, Guilherme Machado afirma que o mercado de imobiliário está aquecido e comprador. Se você não está percebendo isso provavelmente suas ações para o lançamento do seu produto não está surpreendendo seu consumidor. Será que sua comunicação não está exatamente igual ao que todos os outros estão fazendo?

A dica de ouro do último palestrante do #conectaimobi é: viva o sonho do seu cliente.

Entenda o que ele quer, entenda o perfil dele e foque suas ações em cada tipo de cliente. Foque em relacionamento!

Saí muito satisfeito do evento, principalmente por ter reencontrado alguns profissionais do mercado imobiliário e conversar com corretores e profissionais de marketing especializados neste segmento. Que venha o próximo evento e parabéns pela inciativa VivaReal.





Israel Scussel Degásperi é publicitário. Cursou pós graduação em Novas Mídias, na mesma faculdade em que se formou, a FURB, em Blumenau SC. Desde 2008 trabalha com marketing digital, hoje  trabalha como coordenador de marketing de conteúdo na Imobiliária Lopes , é embaixador do Hootsuite no Brasil, coordena e dá aulas no FightCamp de Mídias Sociais e em outros cursos em todo Brasil.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Imóvel na planta - Vantagens e cuidados



Comprar um imóvel na planta é uma ótima opção para quem pretende economizar na hora de investir e não tem pressa para se mudar. Este tipo de negociação tem diversas vantagens, mas é importante ter cautela antes de fechar o contrato para não sofrer nenhum tipo de dor de cabeça no futuro.

O imóvel na planta possui condições de pagamento diferenciadas. Por não estar pronto e existir um período mais longo para o prazo de entrega as construtoras são mais flexíveis, logo, a forma de pagamento também, respeitando a renda e o valor adequado para que o comprador não encontre problemas enquanto paga as parcelas.

No lado financeiro também se destaca a economia e valorização do imóvel. Comprando na planta você paga aproximadamente 30% menos que o valor do empreendimento pronto, esta porcentagem pode ser lucrada na venda da casa ou apartamento e pode ser ainda maior caso sejam feitas reformas ou utilizado algum material específico que possa ser ressaltado no futuro.

Outras vantagens da negociação de um imóvel que ainda não está pronto estão relacionadas ao fato de o comprador encontrar menos burocracias, ter mais tempo para planejar a mudança e encontrar a possibilidade de personalização do ambiente, dependendo da construtora e do contrato.

Apesar dos benefícios relatados acima este tipo de transação também exige alguns cuidados essenciais que devem ser tomados desde quando surge a ideia deste tipo de investimento.

Conheça o bairro, a rua, tire todas as suas dúvidas e faça uma pesquisa sobre a construtora que está realizando o empreendimento dos seus sonhos. Pesquise no Procon e consulte órgãos como o Conselho Regional de Engenharia.

Se previna em relação a atrasos na obra. Esta é uma das reclamações mais proeminentes no Proncon. As empresas têm direito a 180 dias, antes ou depois, de variação da entrega na data prevista em contrato, porém alguns imprevistos podem acontecer. Para evitar que você se sinta lesado é importante deixar as coisas bem esclarecidas antes de fechar o negócio. 

Conheça as taxas e esteja preparado para suas influências em relação às parcelas combinadas. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) e o Índice Geral de Preço-Mercado (IGP-M) poderão variar em todo o período da quitação. Obviamente o valor não sofrerá uma diferença absurda, porém passará por alterações.

Além das parcelas, economize um dinheiro para eventuais reformas. Em muitos casos o comprador recebe o produto combinado, mas decide fazer algumas alterações. Vale ressaltar que muitos empreendimentos são finalizados sem piso, sem um guarda roupas embutido ou com outros fatores que, de acordo com suas preferências, deverão passar por alterações.

Comprar um imóvel, seja na planta, em lançamento ou pronto, exige muita pesquisa, informação e clareza, é um tipo de negociação burocrática e exigente, mas altamente recompensadora.