terça-feira, 14 de maio de 2013

Copa e Olimpíadas reaquecem mercado hoteleiro em 2012 e lançamentos comerciais continuam firmes



Unidades hoteleiras e comerciais se consolidam como ótimo investimento. Foram 43% mais unidades hoteleiras, representando 3% do VGV do país. Salas comerciais são 16%.

 Eventos esportivos como a Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 foram grandes incentivadores do mercado hoteleiro. Em 2012, o setor ganhou folego e registrou aumento de 43% em relação ao número de empreendimentos quando comparado ao ano anterior. De acordo com a segunda edição do Anuário do Mercado Imobiliário Brasileiro, desenvolvido pela Lopes, maior empresa de consultoria e intermediação de imóveis do país, foram lançados 30 empreendimentos em 2012, somando 6.667 unidades, 35 torres e R$ 2,1 bilhões em VGV. Avaliando a participação do VGV de hotéis no total lançado no país, o segmento representa 3% do mercado.  

Distribuídas por 17 cidades, as unidades estão concentradas, principalmente, na região Sudeste, com destaque para o Grande Rio de Janeiro que recebeu 1.663 unidades, seguido da Região Metropolitana de São Paulo (1.557) e Belo Horizonte (1.431). 

“Ainda há no país uma grande demanda por hotéis e flats, o que mantém uma perspectiva positiva em relação ao futuro do setor. Além das cidades escolhidas como sede dos grandes eventos esportivos, outras regiões também devem absorver essa oferta e manter a demanda em equilíbrio”, afirma Mirella Parpinelle, Diretora Geral de Atendimento da Lopes.  

Já os lançamentos de conjuntos comerciais representaram 16% do VGV total lançado nos principais mercados brasileiros, o mesmo percentual em unidades e 12% do número de empreendimentos. Com preço mediano por metro quadrado em torno de R$ 8.500, a maioria dos conjuntos foi lançada na Região Metropolitana de São Paulo e Grande Rio. Juntas, elas representaram 54% do total do país, ou 16 mil de 30 mil unidades. No total, foram lançados 163 empreendimentos com 195 torres somando um VGV de R$ 11 bilhões.  

As regiões que mais receberam conjuntos comerciais em relação a 2011 foram: Recife, Santos, Campinas, Belo Horizonte e Fortaleza.  

“Hoje, o grande atrativo empreendimentos comerciais são aqueles que estão inseridos em um complexo que une vida-trabalho e lazer, os chamados mix and use, onde o ideal é estar perto de uma boa infraestrutura de transporte e vias de acesso aos principais bairros da região”, conclui Parpinelle. 


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Lopes divulga segunda edição do Anuário do Mercado Imobiliário do Brasil e mapeia 86% dos lançamentos realizados em 2012




Pesquisa apresenta análise sobre 1.321 lançamentos realizados em 111 regiões do país

A Lopes, divulga a segunda edição de seu Anuário do Mercado Imobiliário Brasileiro, o mais completo estudo sobre os lançamentos de imóveis no país, com análises sobre empreendimentos residenciais verticais, conjuntos comerciais, flats e hotéis lançados durante o ano de 2012 nas principais cidades brasileiras. A pesquisa contemplou lançamentos realizados por todo o mercado – empresas do grupo LPS e concorrentes.

De acordo com o Anuário, o mercado nacional de lançamentos foi estimado em R$ 80 bilhões, o que denotou estabilidade no mercado, registrando um VGV apenas 7% inferior em relação a 2011. Foi detalhado na pesquisa 86% do VGV total lançado no país, somando R$ 69 bilhões, 1.321 empreendimentos e 182.803 unidades. Do total, a Região Metropolitana de São Paulo e Grande Rio são destaques, com 50% do montante – R$ 28 bilhões e R$ 11 bilhões, respectivamente. Se considerar, ainda, Belo Horizonte, Distrito Federal, Porto Alegre, Região de Salvador e Fortaleza, atinge-se 70% do mercado.

A partir da segunda edição, podem-se comparar informações, iniciando, assim, uma série histórica com dados de todo o mercado imobiliário de lançamentos. O principal diferencial da pesquisa é a metodologia, aplicada da mesma maneira em 92 municípios e 19 cidades satélites.

Idealizado e desenvolvido pela área de Inteligência de mercado da Lopes, o estudo indica que as unidades residenciais representaram 81% do VGV, ou seja, R$ 55,8 bilhões, enquanto os comerciais responderam por R$ 11 bilhões (16%) e flats / hotéis foram R$ 2 bilhões (3%).

Dentre as unidades lançadas, 80% são apartamentos cujo tíquete mediano de R$ 375 mil e R$ 5.110 / m². “Se levarmos em conta que o INCC acumulou 7% em 2012, pode-se considerar certa estabilidade nos preços das unidades lançadas”, declara Mirella Parpinelle, Diretora Geral de Atendimento da Lopes. Já os conjuntos comerciais, registraram preço mediano de R$ 8.460 / m² e hotéis e flats chegaram a R$ 11.530 / m²

Os preços medianos por municípios mais valorizados foram registrados, principalmente, no Distrito Federal e nas regiões Sul e Sudeste do país.

Quanto à tipologia, a distribuição das unidades lançadas manteve-se estável em relação a 2011. O maior volume de apartamentos possui 2 dormitórios (80 mil unidades, ou seja, 56% do total). Se somadas unidades com 3 dormitórios atinge-se 85% do mercado de imóveis residenciais verticais.

De modo geral, os apartamentos com até 49 m² de área privativa custam, em média, R$ 4.000 / m²; apartamentos de 50 a 89 m², cerca de R$ 5.000 / m²; de 90 a 169 m², R$ 6.000 /m²; enquanto unidades maiores, a partir de 170 m², custam, em média, entre R$ 7.000 e R$ 9.000 / m².

Seguindo a tendência de 2011, as unidades com 1 dormitório (R$ 6.650 / m²) possuem preço mediano de metro quadrado superior ao preço de 2 dormitórios (R$ 4.530 / m²). “Os apartamentos menores continuam sendo lançados em regiões mais valorizadas, que possuem infraestrutura de lazer, serviço e transporte completa, além de projetos diferenciados e modernos, que valorizam ainda mais esses lançamentos. Já as unidades com 2 dormitórios são encontrados em bairros mais diversificados”, explica Parpinelle.


Comerciais, Hotéis e Flats

Quanto aos mercados complementares ao residencial, nota-se uma redução do número de conjuntos comerciais e a retomada do segmento hoteleiro.

Em 2012, os conjuntos comerciais representaram 16% do VGV total lançado nos principais mercados, 16% das unidades e 12% do número de empreendimentos. A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e Grande Rio de Janeiro foram as regiões que mais receberam unidades comerciais: 54% do total. O resultado mostra redução de 23% dos conjuntos comerciais em relação a 2011.

“Em contrapartida, a Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas 2016 impulsionaram os lançamentos de hotéis e flats: em 2012 foram R$ 2,1 bilhões lançados em 30 empreendimentos compostos por 6.667 unidades, distribuídos por 17 cidades. Em 2011, foram apenas 21 empreendimentos”, declara Mirella Parpinelle.

Região Metropolitana de São Paulo

A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) é o principal mercado brasileiro e concentrou 36% do VGV total lançado em 2012, somando R$ 28,5 bilhões. Além da capital, que concentrou 64% do VGV lançado (R$ 18 bilhões), os municípios com maior volume de lançamentos foram: Guarulhos, Santo André, Barueri e São Bernardo do Campo.

Entre as principais zonas da capital, a região norte se destacou ao receber 55 empreendimentos, 5.222 unidades e R$ 2,5 bi em VGV, que representou 17% do total lançado na capital paulistana, enquanto que em 2011 essa participação era de apenas 8%.
“As melhorias públicas, como o Rodoanel, a construção de novas estações de metrô e a revisão do Plano Diretor trazem boas perspectivas de desenvolvimento para diversas regiões do mercado paulista”, afirma Mirella Parpinelle.

Outra tendência na Região Metropolitana de São Paulo são os lançamentos de hotéis. Em 2012, foram 5 empreendimentos com 1.557 unidades.

Grande Rio de Janeiro

O Grande Rio permanece como o segundo maior mercado do País, totalizando R$ 11,1 bilhões em VGV de lançamento, 15% superior ao registrado em 2011, 212 empreendimentos, 491 torres e 29.160 unidades. O valor do preço mediano dos apartamentos em todo o Grande Rio ficou em R$5.420 / m².

A maioria dos projetos lançados em 2012 (76%) concentra-se na cidade do Rio de Janeiro (134 empreendimentos) e Niterói (27 empreendimentos). E os bairros que apresentaram os maiores VGV’s lançados foram: Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Freguesia, Tijuca, Jacarepaguá, Grande Méier e Botafogo.

Belo Horizonte

A capital mineira é a terceira maior praça brasileira, subindo três posições em relação ao ranking de 2011, com R$ 3,9 bilhões em VGV, 12.030 unidades lançadas. Além disso, é o mercado que detém o maior número de lançamentos de hotéis. Em 2012, foram 9 empreendimentos voltados ao setor hoteleiro.

“Várias foram as razões responsáveis pelo desenvolvimento sustentável da região, entre eles a lei de incentivo à construção de hotéis a serem entregues, em operação, até março de 2014, obras do Aeroporto de Confins e a ampliação das duas principais avenidas que ligam o Vetor Norte ao Centro, principal eixo de desenvolvimento de Belo Horizonte”, afirma Fernando Antunes, Diretor da Lopes em Minas Gerais.

Distrito Federal
                                                                                                                               
O Distrito Federal (DF) é a quarta praça do mercado nacional, representando 4% do VGV total lançado com R$ 3,3 bilhões, distribuídos em 51 empreendimentos, 75 torres e 8.823 unidades. Quanto aos empreendimentos, 82% são residenciais verticais (42), 16% comerciais (8) e apenas 2% hotéis (1).

“A retomada das licitações feita pela Terracap para futuras incorporações está prevista ainda para o 1º semestre de 2013, o que impulsionará novos lançamentos no Distrito Federal, sobretudo no setor Noroeste, uma das regiões mais valorizadas entre os lançamentos realizados em 2012 com R$ 11.000 / m², em média, para empreendimentos residenciais”, diz Marco Antônio Demartini, Diretor da Lopes em Brasília.

O tíquete mediano geral dos apartamentos lançamentos no DF ficou em R$ 281 mil, com preço médio de metro quadrado de R$ 5.700. Ao considerar apenas Brasília, os valores passam por valorização e o tíquete mediano chega a R$ 649 mil e o preço mediano do metro quadrado a R$ 11.030.

“Muitos empreendimentos estão sendo entregues em Águas Claras e Setor Noroeste, regiões estas que continuam em evidência para futuros lançamentos junto a Taguatinga, Ceilândia e Samambaia”, conclui Demartini.

Outras regionais

O Anuário aponta que as perspectivas para o mercado imobiliário nunca foram tão favoráveis, fazendo com que outras regiões como Vitória, Porto Alegre, Campinas também passem por um processo de expansão em 2013, vivenciado desde 2012.

O estudo também contém dados completos sobre os mercados de Salvador, Fortaleza, Curitiba e Florianópolis.
 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Barueri e Santana de Parnaíba alteram perfil e cresce o número de lançamentos com unidades compactas


Perspectiva do You Ibis Frei Caneca, Clique e conheça o empreendimento.

Região conhecida por suas mansões, passa a contar com apartamentos até 69m² (59% das unidades lançadas), atraindo novo perfil de morador


Barueri e Santana do Parnaíba, na Região Metropolitana de São Paulo, estão passando por uma mudança no perfil do morador, que até então era focado em um público de alto padrão morando em mansões. De acordo com uma pesquisa realizada pela Lopes, houve, pela primeira vez na história dessas regiões, uma grande oferta de apartamentos com 1, 2 ou 3 dormitórios. Do total de 9.566 unidades lançadas, 59% possuíam até 69 m², enquanto 34% apresentam entre 70 e 109 m² e, apenas, 7% a partir de 110 m². Ao todo foram lançados no último triênio 29 empreendimentos residenciais verticais compostos por 77 torres, R$ 2,7 bilhões em VGV.


O volume de apartamentos vendidos por número de dormitórios comprova essa nova procura: foram comercializadas 3.362 unidades com 2 dormitórios e 2.932 unidades com 3 dormitórios, seguido de 1 dormitório e 4 dormitórios (1.140 e 430, respectivamente).


“Nos últimos anos, a região apresentou uma crescente oferta de apartamentos de metragens menores. Essa mudança no perfil deve-se à carência por imóveis compactos somados à alta oferta de casas maiores. Além disso, existe um fenômeno natural das famílias que, no passado, se mudaram para a região e construíram grandes casas. O tempo passou, os filhos casaram e se mudaram e a casa ficou grande demais. Naturalmente, muitas dessas famílias acabam optando por migrar para imóveis menores, porém sem a necessidade de sair da cidade, onde sempre viveram”, explica Paulo Pinheiro, sócio-diretor da unidade de negócios da Lopes.


Apesar de ser conhecido pelo luxo, a região ainda conta com preço muito atrativo. Hoje, Barueri e Santana do Parnaíba apresentam um valor médio de R$ 5.000/m². Com apartamentos menores, isto representa uma cartela de oferta de empreendimentos com tíquete médio de cerca de R$ 300 mil.


“A região de Barueri e Santana do Parnaíba se apresenta como uma excelente opção de moradia e investimento. Com infraestrutura completa e atendendo os mais diversos públicos, funciona com total independência e autonomia em relação a São Paulo. E mesmo com a grande proximidade com a capital, a região apresenta preços altamente atrativos, o que tem atraído cada vez mais a atenção do mercado”, conclui Pinheiro.



quinta-feira, 21 de março de 2013

Vendas intermediadas da LPS BRASIL crescem 4% em 2012 e atingem R$19 bilhões



No período, o EBITDA ajustado cresceu 9% e o lucro líquido para acionistas controladores subiu 3%

Maior empresa de consultoria de imóveis, detentora das marcas Lopes, Pronto, CrediPronto e Habitcasa, a LPS Brasil (Bovespa: LPSB3; Reuters: LPSB3.SA; Bloomberg: LPSB3.BZ) registrou vendas intermediadas totais de R$ 19,0 bilhões durante o ano de 2012. Comparando com o desempenho de 2011, houve um crescimento de 4%.

As vendas intermediadas no mercado primário representaram R$ 14,4 bilhões, desempenho estável se comparado com o ano anterior. Já o mercado secundário – que congrega a venda de imóveis usados--- apresentou um crescimento de 20%, alcançando R$ 4,6 bilhões.

Com indicadores em crescimento, a LPS Brasil teve receita líquida de R$ 423,1 milhões. O crescimento foi de 5% se comparando com o desempenho de 2011, excetuando o ganho extraordinário do earn out pago pelo Itaú em decorrência do resultado da Credipronto! registrados naquele ano. Por contrato, o earn out é pago, quando atingido, bienalmente. Ainda dentro desse critério de comparação, o EBITDA registrou aumento de 9% para R$ 146,7 milhões. O lucro líquido dos acionistas controladores foi de R$ 118 milhões, crescimento de 3%. 

Já a CrediPronto!, joint venture entre Lopes e Itaú para prover financiamento imobiliário, apresentou crescimento de 57% de sua  carteira de financiamentos. Aliás, em novembro de 2012, a participação de 50% da Lopes na joint venture atingiu o breakeven point da operação. A empresa originou em financiamento imobiliário, apenas em 2012, R$ 1,5 bilhão, 18% superior ao volume originado em 2011. A companhia encerrou o ano com uma carteira de R$ 2,8 bilhões. 

Com uma estratégia de ser líder nacional com forte presença regional, a LPS  anunciou, durante o ano de 2012, a aquisição de 4 empresas LPS Foco (São José dos Campos), LPS Piccoloto (Campinas), LPS Cappucci (Campinas) e Raul Fulgêncio (Londrina), sedimentando a presença da marca em regiões importantes. 



Resultado do quarto trimestre

Durante o quarto trimestre de 2012, a LPS Brasil registrou lucro de R$ 41,8 milhões e EBITDA de R$, 37,1 milhões. Nesse período, as vendas intermediadas pelas empresas do grupo atingiram R$ 5,1 bilhões, uma queda de 7% frente ao mesmo período do ano passado. 


quarta-feira, 20 de março de 2013

Lançamento de salas comerciais é impulsionado em Barueri

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Barueri é uma excelente opção de investimento. Com infraestrutura completa, a região funciona de forma autônoma em relação à capital. Este fator combinado à proximidade da cidade de São Paulo atrai cada vez mais empresas e impulsiona o lançamento de salas comerciais.

“Além da excelente urbanização, Barueri conta com a possibilidade de implantação comercial com impostos mais baixos e preços de metro quadrado muito atrativos”, explica Paulo Pinheiro, sócio-diretor da unidade de negócios da Lopes.

Nos últimos anos, a oferta de apartamentos com metragens menores e valores inferiores aos encontrados em São Paulo traz cada vez mais pessoas a Barueri em busca de qualidade de vida. “Com mais gente adquirindo imóveis residenciais, a tendência é um aumento da demanda de serviços na região”, completa Pinheiro.